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sábado

Receita sem glúten: Pão de tapioca de frigideira

Eu já escrevi aqui sobre como eu sinto uma relação forte entre a ingestão de glúten e as dores da fibromialgia. Quando parei de comer glúten passei a sentir menos dores e mais leve. O uso de vários anti inflamatórios me deixou com um estômago meio fresco, ficando difícil me alimentar, já que só de pensar em gordura eu já sentia náusea. Ouvi falar do pão de queijo de frigideira e resolvi olhar as receitas. Todas tinham ovo, e eu não me sinto bem ainda para comer ovo. Resolvi tentar fazer minha própria receita e, para minha surpresa, deu certo! Compartilho com vocês a receita:

aprox. 1/2 xícara de polvilho
aprox. 120 ml de leite
2 colheres de sopa de azeite
3 colheres de sopa de queijo cottage (acho que com outro queijo deve dar certo também, escolhi o cottage porque tem menos gordura)
sal a gosto.

Ferva o leite com o azeite. Jogue essa mistura aos poucos no polvilho e vá mexendo. Quando estiver quase líquido coloque o sal e o queijo e misture. Coloque em uma frigideira antiaderente bem quente. Espere firmar a parte de baixo. Repita do outro lado.

Você pode colocar temperos, alho, gergelim, o que quiser na massa pronta, é só misturar.

Fica assim o pão de tapioca. 

Essa foi a primeira tentativa, com farinha de arroz, que peguei por engano. Não gostei muito não. 

quarta-feira

Em busca de uma medicina mais holística

Quando temos muitas doenças acabamos indo a diversos médicos e nossas expectativas em relação a eles acabam aumentando. Nos tornamos pouco a pouco conscientes de nossas enfermidades e com o auxílio de algumas leituras acabamos fazendo relações entre elas. Eu sinto falta de um médico com uma abordagem mais holística que tente perceber conexões entre as diversas patologias. O que tenho experimentado é que cada vez que vou ao médico ele se concentra em um único aspecto como se os outros não pudessem influenciar. Cada vez mais percebo que o tratamento da fibromialgia deve abordar distintos aspectos do indivíduo tais como sua situação gastrointestinal, suas alergias, sua condição psicológica,  sua alimentação, sua relação com o seu próprio corpo.

domingo

A influência da alimentação

Tive um período de relativa estabilidade em relação à fibromialgia, às vezes eu nem lembrava que tinha essa doença. Mas vale dizer que eu mantinha uma alimentação equilibrada, com pouca gordura, pouco carboidrato, pouca carne vermelha; fazia natação três vezes por semana e mantive os remédios. Mas fui passar uma temporada com minha família, mudando totalmente a minha alimentação e o meu dia-a-dia. Passei a comer muito mais pão branco, comidas gordurosas e menos fruta, assim como bebi mais álcool, comi muito mais doce. O resultado foi que, após três semanas nessa dieta, retornei para casa e voltei a sentir dor. Muita dor. Isso me levou a pensar que a alimentação poderia influenciar de alguma forma na fibromialgia.

quarta-feira

Seria a saída uma ajuda espiritual?

Diante do fato de que estou usando remédios lançados recentemente, faço esportes, mantenho uma alimentação saudável, faço meditação ativa e ainda assim continuo sentindo dores, pensei que talvez eu pudesse procurar alguma ajuda no campo espiritual. Não que eu não a tenha, já que, a exceção do campo da saúde, me parece que os outros campos da minha vida vão bastante bem. Voltando ao tema saúde, segundo o meu meu marido eu tenho melhorado. O problema é que quando sentimos dor nos esquecemos de quaisquer melhoras.

Já fui duas vezes ao mesmo centro espírita, com a distância de 15 dias entre um e outro.  Eu tive formação sincretista, já que estudei sempre em colégios católicos mas, por outro lado, ouvia os ensinamentos de minha avó que, segundo ela, é espiritualista.